"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Contemplação



Contemplação
Onde você está sendo passivo? Há muitas áreas diferentes de nossas vidas onde nos abandonamos e nos afastamos do nosso poder.
 Você diz a verdade ao seu parceiro, ou adapta as suas respostas para evitar o conflito?
Muitos de nós esperamos que o nosso parceiro saiba o que estamos sentindo sem ter que dizê-lo, então nos ressentimos quando não advinham.
Evita tomar decisões por medo de cometer erros?
Pode ser que se sinta mais seguro ao ser passivo, sem fazer nada, mas poder  perder as oportunidades que a vida lhe apresenta jamais lhe deixará satisfeito. Arisque a se preparar para dar errado e assumir o risco. Se você não gostar do resultado, poderá fazer as coisas diferentes da próxima vez.
Você tende a adiar as coisas que você poderia ou deveria fazer agora?
A procrastinação é a marca da passividade e vem da falta de confiança em sua voz interior. Ouça seu coração, como nenhuma dúvida da mente: o coração sempre sabe que decisão vai levar a mais amor.
IshaTradução: Elizabeth Alfenas (Belo Horizonte)
Obrigada Beth!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Da Vitimização e do Autocastigo a uma Transformação em Alegria



Alguns de nós temos dinâmicas internas com as quais nos sentimos muito mal, e a maior parte deste sentir é autoprovocado.

Realmente não percebemos e acreditamos que tudo o que nossa mente diz é verdade. Por exemplo, assumir uma atitude de vítima ao ficar com ciúmes daqueles que se destacam, em seguida, punir-se por se sentir dessa maneira.

Esta deve ser uma das piores condições de vítima, já que normalmente o sentir-se assim lhe leva a sentir-se culpado, mas neste caso, também, aplicar-se o castigo. E isto não acontece porque se quer: há algo gravado que se repete no automático, e como acreditamos e alimentamos, segue se repetindo. Mas, boas notícias, é possível mudar!

Todos os seres humanos nos sentimos vítimas de algo ou de alguém. Fingimos, criamos drama, mas logo começamos a ver que gostamos disso, já que desta maneira não nos fazemos responsáveis, e então nos ressentimos, isto é, ficamos estancados ao invés de mudar e crescermos.

É aqui quando o importante é ter a intenção de soltar esta forma de comportamento que não nos faz felizes nem a nós nem aos que nos rodeiam, e começar a ir mais além desse automático, dessa briga, de culpar o exterior ou os outros, conectar-se internamente, e pouco a pouco, ir permitindo a mudança.

Foi meu sofrimento o que me levou a transformar estes aspectos em uma nova percepção de vida. Quando eu já havia me cansado de sofrer, finalmente tomei uma nova decisão.

E foi quando abracei a parte necessitada de mim mesma que fui capaz de aceitar esses mesmos aspectos que me rodeavam. Ao abraçar nossa própria humanidade podemos encontrar a beleza em todos os aspectos da expressão humana.

Quando encontrei o valor para reconhecer tudo em mim, sem ignorar nem negar nenhum aspecto, também vi que não havia nada mal com nada. Me fiz amiga de meus ciúmes, de minha violência, de minha capacidade de fazer muitas coisas baseadas no medo, coisas que, previamente, havia julgado com dureza nos outros.

Quando abracei tudo o que havia suprimido anteriormente, o que aconteceu? Tudo se transformou em amor, porque sempre havia sido amor, apenas eu que tinha medo. Eu queria que fosse outro que assumisse a responsabilidade de me amar, no lugar de eu mesma fazer isso.

Os extremos da própria autorejeição jogam também no cenário mundial. Em alguns o medo é tão grande que nos leva à violência, enquanto que outros matam por medo a perder seus seres queridos. No entanto, se aprendemos a abraçar todos os aspectos de nós mesmos, nosso sofrimento e violência se dissolvem na frequência do amor. Diga que sim a seu ser interior. Ame-se a você mesmo, abrace-se no amor incondicional, e o mundo fará o mesmo.

Um dos aspectos mais tristes da sociedade moderna é que levamos as coisas muito a sério. Nos sentimos impulsionados a cumprir com o que “deveríamos” ser, o que acreditamos que o mundo espera de nós.

Pensamos: “Não seja ridículo”. ”Não fale sem lhe perguntarem”. “Não seja imaturo”. “Não diga o que realmente tem em mente – o que pensarão?”. O autocontrole e a autocrítica se converteram em nossa forma de vida e esgota nossa capacidade de jogar e de livre expressão.

Temos que aprender, novamente, a fluir desde o coração – permitirmo-nos ver-nos ridículos, dançar livremente, parar e recordar que a vida se trata de risada e alegria descontraída. Experimente. Talvez você goste.

Texto do Newsletter - Isha


quinta-feira, 14 de junho de 2012