"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Por que se escolhe ser infeliz?

Na realidade somos viciados em sofrer, é tão simples como isso. A maior parte dos seres humanos é infeliz. Surpreende-me que se estou com pessoas que não estão focadas na expansão da consciência, um dos entretenimentos favoritos é queixar-se e culpar o lado de fora pelo que lhes sucede. Estas podem ser pessoas bem sucedidas, bonitas, famosas, mas sempre há algo mal que não lhes está permitindo ser felizes. Não importa na realidade o que quer que você tenha, mas o que você está sendo.

As pessoas se queixam, isso é constante, e não importa aonde se vá, sempre há algo mal com o governo, algo mal com o meio ambiente, algo mal com o clima, algo mal com a economia. Quando estive na Suíça, não podia acreditar, ali se queixavam da economia! Fiquei boquiaberta! E na Austrália também, e eu lhes dice: vocês não têm ideia, nem sequer sabem o que significa ser pobre! Incrível! Mas é uma percepção focada no que não tenho, naquilo que necessito, no que não se quer fazer, em como se comporta minha mãe, no que ela disse, no que meu namorado não fez, ou no filho problema, sempre há algo que falta.

Esta atitude é constante e isso é a dualidade e meu foco se transforma nessa dualidade e não nas coisas lindas que acontecem. Não esse não é meu foco, não me foco no amor, no louvor, na gratidão, nãooooo... Me foco no que está mal! E isso está garantido, é a dualidade! Na dualidade sempre tem que haver algo mal até que você se transforme em tanto amor que o único que possa ver é a perfeição. E aí a mente diz: isso é irreal! Mas não, é a verdade! Porque o amor percebe apenas a unidade dentro da dualidade, escolhe a vibração mais elevada, empurra à mudança, não é passivo nem indiferente, se ocupa das coisas muito profundamente, mas não sofre por aquilo que percebe como injusto, senão o eleva, e esse é o poder do amor. Esse é o poder do amor e quando você se transforme nele, sempre estará feliz!

Isha

Tradução: Fabiana Simões

Texto original: http://www.revistafamilia.ec/index.php/articulos-de-la-vida-hoy/2919-i-por-que-uno-elige-ser-infeliz--

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Quem bate à minha porta?

Já compartilhei antes sobre os hábitos dos meus pensamentos: minha cabeça adora tecer planos onde eu seria feliz se já estivesse casado, tivesse milhares de dólares ou fosse filho do Onassis.

Hoje, ou melhor, de ontem pra hoje, me caiu uma ficha: quando minha cabeça está assim disparada, tentando solucionar questões de ordem prática com qualquer resposta que se me cruze, é hora de parar e sentir. Debaixo das soluções apressadas da mente está uma ansiedade que só some quando desisto de controlar o exterior e abraço meus sentimentos o mais que posso.

Para ser mais específico, hoje, terça-feira, vou fazer outro personagem na nossa peça “Depois daquela viagem”. Temos um elenco grande e ensaiamos substituições, o que significa mudanças e me provoca ansiedade, um comichão pelo corpo tão natural e potente que me assustei e imediatamente meus pensamentos tomaram conta, buscando soluções.

O texto está decorado, as marcas já conheço e inclusive já ensaiei mas minha cabeça continuou preocupada até que eu “baixasse” para ver o que sinto e agora me encontro com esta sensação de montanha russa:

- Muito prazer, sou a Ansiedade! – ela me falou, entrando cheia de malas, com seu vestido suado. Ela é gordinha e fala pelos cotovelos.

- Muito prazer minha querida, sou o Geraldo! Sinta-se em casa, aqui dentro tem bastante espaço para todo mundo.

- Obrigado querido! Só vim te fazer uma visita: trouxe um pouquinho de frio na barriga e tremor nas pernas, só pra temperar um pouco seu dia.

E assim está sendo nossa conversa. Descobri que mesmo com essa visita tão espaçosa eu posso estar aqui, convivendo, sem precisar fugir de “casa” atrás de soluções rápidas.

É o que eu quero compartilhar hoje!

Um grande abraço, meu e de dona Ansiedade!

Geraldo

http://geraldorodrigues.wordpress.com/

------------------------
Obrigada Gera, por este lindo compartilhar!
Equipe do blog

domingo, 11 de dezembro de 2011

Focarmos na Alegria, uma escolha de vida

Já notou quão fácil que é nos focarmos naquilo que nos faz sentir cabisbaixo, denso, com aparência deprimida? E por que isso? Apenas porque nos afastamos do natural. O que é a depressão? O oposto da expressão. Então em que você se focará de acordo com o resultado que queira alcançar?

O que temos que fazer primeiro é começar a nos focarmos na alegria – na beleza, na inocência, na apreciação, no amor e na gratidão presentes em cada momento. Já não é hora de que tenhamos um pouco mais disso?

Como se expressa a alegria? Isto é o mais maravilhoso da alegria: não tem um formato fixo. Sua forma é uma vibração de vazio. A alegria é como uma cachoeira de montanha: suas bolhas efervescentes, surgindo eternamente de suas profundidades. Sua espontaneidade constante nutre e refresca, flui e preenche.

A alegria não busca o que está mal. Não critica o externo indo atrás de um culpado para suas sentenças e predicamentos. Se o fizesse, suas águas logo estancariam, descolorando-se y ficando sem vida. A alegria está aberta ao amor e a ser esse amor. Não tem uma ideia preconcebida de como deve ser o amor e a quem se deve dar.

Em lugar de esperar a plenitude externa – o prazer, a seguinte novidade para consumir ou o novo jogo – converta-se nessa alegria. Logo se mova ao mundo para compartilhá-la com a humanidade.

A alegria vive no momento presente, assim que deixe de vagar no passado e no futuro – que já tiveram bastante de seu tempo, verdade? É o momento de pôr atenção ao aqui e agora – ao presente, onde a vida realmente está acontecendo, um pouco da atenção que se merece.

Aos adultos, as crianças levam vantagem na área da felicidade – eles se aproximam de tudo como se fosse a primeira vez, completamente livres do que tenha acontecido anteriormente. Veem a magia e a maravilha em todas as partes. Imagine que alívio seria voltar a esse estado?

Quando eu era criança, apenas era. Eu não me observava, nem media as reações dos que me rodeavam, não estava tratando de manipular, nem de seduzir ou controlar de nenhuma maneira. Ser já era suficiente. Não tinha nem ideia do que significava ser ridículo ou ser sério: se era feliz, ria e se estava triste, chorava. Não questionava minhas ações. Apenas era. Eu era o estado de ser, sendo. Carregando a bagagem acumulada durante a idade adulta, com as opiniões, temores e percepções distorcidas, perdemos a espontaneidade.

À medida que avança em sua vida diária você pode continuamente limpar o quadro de sua mente e ver as coisas como as veria uma criança – sem expectativas nem recriminações. Trate de ver a cada pessoa como nova. Quando um mendigo vem lhe pedir uma moeda, dê-lhe um sorriso em lugar de sua rejeição habitual – talvez fosse isso a única coisa que ele realmente quisesse.

Quando sua sogra tediosa lhe telefona, não responda antecipando suas queixas e reprimendas. Quanto seu chefe lhe chama à sua sala, não espere de forma automática que seja para castigar-lhe – talvez queira lhe dar um aumento de salário! Sempre estamos alertas, esperando que algo saia mal. Ao invés disso, adote a inocência vazia e espontânea de uma criança: abra-se a receber com alegria.

Uma das coisas mais tristes da sociedade moderna é que levamos as coisas muito a sério. Nos sentimos impulsionados a cumprir com o que “deveríamos” ser, com o que acreditamos que o mundo espera de nós. Pensamos: “Não seja ridículo”,”não fale sem que te perguntem”, “não seja imaturo”,”não diga o que realmente tem na mente”-“o que pensarão?”. O autocontrole e a autocrítica se converteram em nossa forma de vida e esgotam nossa capacidade de jogar e de livre expressão.

Temos que aprender novamente a fluir desde o coração: permitir vermo-nos ridículos, dançar livremente, parar e recordarmos que a vida se trata de risada e alegria descontraída. Experimente. Talvez você goste.

Texto extraído do livro “Vivir para Volar”, de Isha, Editora Aguilar Fontanar. (Ainda sem tradução para o Português e à venda em algumas livrarias da América Latina).


Tradução: Fabiana Simões

Texto original: http://www.losandes.com.ar/notas/2011/10/31/enfocarnos-alegria-eleccion-vida.-603027.asp

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Por que Caminhar Se Você Pode Voar" Livro e DVD

"Por que Caminhar Se Você Pode Voar?" da ISHA - É uma ótima opção de presente, para se dar ou dar aos amigos.

O Filme (em DVD ) que agora está sendo lançado com o título "Por Que Caminhar Se Podemos Voar?" (não sei porque mudou de nome - deve ser coisa de editora) está sendo vendido por R$17,91 no site abaixo que está com FRETE GRÁTIS!http://www.videolar.com/ch/bus/0/0/MaisVendidos/Decresciscente/20/1/por-que-caminhar.aspx?pch=9

O Livro, está sendo vendido nos sites abaixo com custo de cerca de R$25,00:
http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1853900242&estado=0&cidade=0&ordem=prec

Você pode combinar o DVD com o livro e fazer um "kit consciência" para dar de presente.

Aproveitamos para desejar um Feliz Natal e um Novo Ano de muita consciência e amor,
equipe do Blog

domingo, 4 de dezembro de 2011

Fizeram a gente acreditar...

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula para ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

(John Lennon)


Achei esse texto arrumando uma papelada minha e achei liiindo demais!
Lá dizia que a autoria era do John Lennon.

Com amor,
Fabiana

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Passagens em promoção para Montevidéu

Oi pessoal, vai aí a promoção da Pluna. Tentei datas em fevereiro mas o menor preço era 290 dolares. Em março encontrei tarifas a 75 ida e volta. Para quem tem disponibilidade vale muito a pena.
BeijosLane