"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha

terça-feira, 26 de abril de 2011

GERALDO RODRIGUES COMPARTILHANDO


Queridos,
Estou me comprometendo a escrever todas as semanas para compartilhar algo que estou vivendo e aprendendo. Essa semana, quero compartilhar esse texto.
Grande abraço!
Geraldo
Feliz Páscoa
Viver em uma cidade grande nos coloca frente a muitos desafios. A sobre vivência é o primeiro deles: conseguir sobreviver do nosso próprio trabalho. Quando atingimos a idade de sermos responsáveis pelo nosso próprio sustento, muitas vezes isso se torna nosso foco principal e às vezes nosso único foco. O resto vira distração.
Isso acontece comigo e tem acontecido nessas duas últimas semanas, desde que voltei do Uruguai.
A questão vira um problema quando eu me esqueço que sou uma pessoa, um ser humano e passo a reagir automaticamente para conseguir aquilo que desejo alcançar. Isso se traduz em pressa no trânsito, rigidez comigo mesmo, com os amigos e com a família, pressa nas refeições, pressa, pressa, pressa.
A pergunta é: Como faço para conseguir meu sustento sem me violentar a ponto de perder meu momento presente com minhas preocupações?
A resposta é: Me rendendo e confiando.
Eu faço vários exercícios com a intenção de me ajudar a confiar e a me render ao que esteja acontecendo nesse momento. E isso me ajuda a tirar o peso das preocupações com o trabalho e a me enfocar em estar presente. Como resultado, o trabalho flui e encontro as soluções que preciso para superar todos os obstáculos.
O primeiro exercício é dar passagem no trânsito. Fazer isso me ajuda a valorizar e agradecer quando fazem o mesmo por mim e me faz me questionar sobre o que realmente importa e como tenho organizado meu tempo.
Outro exercício é cuidar dos lugares por onde passo, seja um supermercado, seja uma rua, seja um banheiro público: tenho a intenção de deixar cada lugar por onde passo melhor do que encontrei. Isso também me ajuda a tirar o foco das minhas preocupações e contribuir com um lugar que também é meu lar: em última instância, esse planeta é meu lar e em primeira instância, onde quer que eu esteja, aí é meu lar.
Outro exercício é oferecer meus serviços. Ultimamente tenho cozinhado em minha casa e a cada refeição, guardo uma parte e dou aos funcionários do meu prédio ou aos meus vizinhos e com minha família, me ofereço a servir e a tirar a mesa. Por incrível que pareça, o que antes era um “empurra empurra” daquilo que ninguém queria fazer, está se transformando em algo que fazemos juntos, para o nosso próprio bem. E isso me comove e me faz valorizar cada vez mais a família que eu tenho.
E se, novamente, amplio esse pensamento, a família que eu tenho também é você, que não é meu parente, mas compartilha comigo desse planeta. Então, como presente de páscoa, compartilho com você essas coisas que tenho feito por mim.
Boa páscoa e que seu coração fale cada vez mais e mais alto.
Geraldo Rodrigues
http://www.geraldorodrigues.wordpress.com/



Obrigada Gera por compartilhar sua consciência.


www.estudantesishabrasil.blogspot.com

segunda-feira, 25 de abril de 2011

GERALDO RODRIGUES - CONTANDO SUA EXPERIÊNCIA EM LA I


Oi queridos! Faz uma semana que voltei de La I no Uruguai para São Paulo e ainda está muito fresco na minha experiência tudo que vivi por lá. Foi um processo muito transformador e muito rico e quero compartilhar ao máximo com todos vocês. Não tinha escrito nada até agora porque levei essa semana colocando em ordem conta de banco, computador, celular e até a cama e o armário do meu quarto. Assim, compartilho um texto que escrevi agora no fim desse processo, quase voltando para o Brasil. Se gostarem, mandem para seus amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, enfim, para as pessoas que vocês quiserem! Um abraço forte! Geraldo

APRECIAR
Esse texto surgiu de uma ficha que caiu agora, quando estava voltando ao Brasil e decidi compartilhar aqui. Não é novidade que somos o que somos em nossas vidas pelos hábitos que aprendemos até este momento. Tudo pelo que passamos, de alguma forma, está gravado em nossa programação mental e nos faz reagir às diferentes situações que enfrentamos de uma maneira pré-determinada. A novidade é que a cada instante temos uma oportunidade nova para mudar estes hábitos e esse processo é como uma ginástica: quanto mais você insiste, mais você obtém em retorno. Um dos hábitos que normalmente adquirimos é o de nos criticarmos. Houve um dia em que quebramos um vaso, fizemos xixi na cama ou bagunça na sala de aula e o papai, a mamãe ou a professora nos mandaram à merda, com todo o respeito. E isso pode ter acontecido muitas e muitas vezes, a depender de como estava o humor do papai, da mamãe ou da professora. A sensação de medo que vivemos aí nos leva a nos sentirmos em dúvida, a nos castigarmos e a crer que não somos bons o suficiente e que há algum defeito conosco. E quanto mais repetimos isso, mais acreditamos. E o oposto também é natural: quanto mais nos apreciamos, mais confiamos em nosso próprio valor e a cada pequeno passo ou escolha que tomamos, valorizamos tudo aquilo que estamos fazendo. A pergunta é: Como passo de me criticar a me apreciar? A resposta é: Fazendo. Observando essa voz em sua mente que te diz "NÃO!" e passando a dizer "SIM!" em cada pequena coisa, em cada iniciativa. E escutando as pessoas ao seu redor reagiram a como você está se valorizando. No processo de expansão da consciência que vivi em La I, comecei um exercício muito simples e muito eficaz: todos os dias, assim que acordo, escrevo sete qualidades que aprecio em mim mesmo. E tudo aquilo que as pessoas ao meu redor (meu universo) me dizem, também conta e no dia seguinte escrevo igualmente. Se você está lendo esse texto, eu suponho que é alguém curioso, atento e disponível e que está aberto a novas influências. Já são algumas qualidades que pode apreciar sobre você mesmo, assim, para amanhã, só faltam mais três para que você complete sua lista. Pode acontecer que no princípio pareçamuito artificial e soe falso escutar ou escrever uma qualidade sua. Também, com tanto tempo alimentando sempre a crítica, o músculo da apreciação está fraquinho, mas como escrevi antes, quanto mais você insiste, mais esse músculo vai crescer. Outro hábito comum é que não sabemos como receber um elogio. Nossa mente responde automaticamente "Não é para tanto" ou "Só está querendo me agradar". Uma forma de romper com esse hábito é sorrir imediatamente e sentir esse pequeno, ou grande, incômodo por se sentir apreciado. E repetir esse novo hábito fará com que você se abra mais e mais a receber o carinho e a energia de alguém que te aprecia. A outra forma que conheço para aprender a apreciar-se a si mesmo, é começar a apreciar os demais. Obviamento todos podemos ver o que está "mal" ou "errado" com nossa família ou amigos, mas mais além dessa parte superficial, são seres humanos à procura de evolução e muito provavelmente tem muitas qualidades a serem apreciadas. Então, quando estiver a ponto de criticar seus pais, filhos, amigos ou companheiros de trabalho, encontre alguma qualidade que possa apreciar neles. E diga o quanto te inspira isso que encontrou. Experimente e veja como se sente. Certamente te fará muito bem e te ajudará a receber quando alguém te fizer um elogio. E por fim, comece a apreciar aquilo que pensa que são defeitos seus: a teimosia se transforma em persistência e força de vontade; a tagarelice é sua capacidade de comunicação; a vontade de mudar o mundo se transforma em paixão e você termina por mudar o mundo quando muda a única pessoa que pode mudar: você. http://www.geraldorodrigues.wordpress.com/


Obrigada Gera por suas palavras inspiradoras!

domingo, 17 de abril de 2011

DEPOIMENTO FABIANA LOPES SIMÕES DIRETO DO LA I
Amoresssss!

Saudades de vocês!

Estou completando 3 meses hoje!!!! U-huuuuuu.

E lhes conto que a cada dia que passa estou aprendendo mais a me amar, a me apreciar, a desfrutar. Cada vez mais me dou conta que com o estresse, com as emoções devemos apenas movê-las e soltá-las rapidinho! E voltar a nos enfocar na consciência.

Nós, "6 mesinos", estamos agora na semana do mega da semana santa em Ashvita, que fica a uns 15 minutos de carro do La I, um lugar bonito. É um graaaande laboratório humano. kkkkkkkkk E tem sido uma experiência incrível. Aqui, no processo de 6 meses, é IMPOSSÍVEL uma pessoa não se ver, não ver seus comportamentos repetitivos e assim ter a oportunidade de sanar-se ao escolher agir de forma diferente.

Muito obrigada pelos e-mails carinhosos que recebi em resposta ao outro email que mandei. Vocês estão no meu coração e estão aqui comigo, com certeza!

E estou aí com vocês também.

Sigam enfocados!

Amo vocês! Fabi










A CARÊNCIA, SOMENTE A UM PASSO DA ABUNDÂNCIA


Autora: Isha


O consumismo nos bombardea e nos instiga a um sentimento de carência. Além do que temos no banco ou no bolso, predomina uma percepção interna que nos diz: "Não tenho o suficiente". "Nunca haverá o suficiente". "Tenho que cuidar do que é meu". Esta ação sempre está ativada por proteção e esta proteção está criando o sentimento de que sou pequeno, que o que eu faço é limitado.
Sempre esta ação de proteger ou guardar nos leva a criar menos e temos que ver este aspecto nosso que tende a focar no que falta, na carência e que nem sempre tem relação com o material. E o que vem com isto? Sempre acompanha a queixa: "Não é suficiente o amor que você me dá!" "Não tenho suficiente dinheiro ou não há suficiente de alguma outra coisa que eu quero!" "Não há suficiente beleza!" Não há suficiente oportunidade!" E isto nunca acaba. Se você se queixa pelo que falta, isto cresce, cresce e cresce.
Mas o que acontece se a pessoa aprecia? O que acontece? A energia muda e vai em outra direção e isto é o que cresce. Justamente esta manhã falava com um de meus assistentes e lhe dizia: "Aprecia as pessoas que trabalham com você e deste modo, está escolhendo um comportmento abundante em você e nos outros. Logo, vai ver como isto vai se transformar, porque inspirará os outros desde um lugar de abundância. Mas para isto, primeiro tem que transformar-se na abundância".
Então, observa suas ações: Em que está se focando? Está focado em apreciar? No louvor, no amor, na gratidão? Está focado no copo cheio ou está focado naquilo que está mal, naquilo que falta, no copo meio vazio? Se você está fazendo isto, nunca nada será suficiente. Quando você se foca na carência, no que falta, o medo é tão grande, tão grande que nunca haverá suficiente, nunca nada preencherá o que falta.
Você tem que poder ver isto. E o mesmo acontece com suas ações: direcione-as de forma que se abram a dar e como consequência, serão abundantes para receber também. Por exemplo: aonde posso dar mais, para assim poder ser mais? Em lugar de estar protegendo as limitações, pensando e atuando: "Não, não posso dar mais, estou exausta! Se dou mais, as pessoas não vão me valorizar, se aproveitarão!" Vê como o medo está falando aqui? Medo a que te tomem, medo a não ser valorizado, medo, medo, medo.
Cada um de vocês pode começar a transformar isto, mudar seu foco pessoal, eliminar os medos que obstruem o fluir, pois este fluir é naturalmente ilimitado. O universo só quer dar e sempre está trazendo tudo para você! Mas, você não recebe se está fechado. O medo te fecha a receber amor.
Por isto, desta vez quero convidá-lo a uma ação: somente dar. A dar desde um lugar de abundância e amor também e assim você mesmo se transformará na abundância. E se sente que ainda não é abundante, faça de conta que é, e pratica dando! Dando sua energia! Dando seu tempo! Dando seu amor abundantemente!
Não temos que ir muito longe para encontrar lugares em que podemos dar. Em pouco tempo você poderá sentir a intensidade que experimentas quando está aberto e desta forma você se transformará, a partir de uma ação compartilhada, por aqui e por alí, no seu estado de ser: o fluxo constante da abundância.



Texto enviado por M.Valéria Guimarães

Lindo texto Valéria, muito obrigada!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

SUPERANDO A TIMIDEZ

Quando a timidez é tão forte a ponto de ofuscar nossos talentos, nós perdemos opotunidades de crescer e avançar. Ficamos presos em um círculo vicioso de insegurança e frustração.
A timidez é frequentemente mascarada como desinteresse ou indiferença, mas sua raiz é muito mais profunda.
Se formos fundo nesse sentimento de timidez descobriremos puro medo – medo do que os outros podem pensar de nós, medo da desaprovação.
Se você já esteve em um dos meus eventos ou se pratica as técnicas explicadas nos meus livros, você já tem as ferramentes necessárias para superar essa timidez. Mas se não, o que você pode fazer?
A única coisa que você precisa fazer é encontrar a segurança dentro de si mesmo – alcançar o ponto onde o que você pensa de si mesmo torna-se mais importante do que qualquer opinião externa. A timidez é alimentada por pensamentos de auto-crítica, normalmente introduzidos por uma figura autoritária de nosso passado, que nos fez sentir menos do que realmente éramos. Mas a origem não é importante. O que importa é que, quando nossa timidez é ativada, ao invés de reagir da mesma maneira defensiva de sempre, nós escutamos nosso coração e mergulhamos mais fundo, para além do medo, permitindo-nos brilhar em nossos talentos naturais.
Eu me lembro de quando comecei a cantar profissionalmente. Até aquele momento, eu havia feito tudo na vida um pouco bêbada. Beber fazia eu me sentir corajosa, mas na verdade eu era tão incrivelmente tímida que tinha que beber para conseguir afogar minha insegurança. Eu estava aterrorizada com o que as pessoas poderiam pensar de mim. A única coisa que eu não conseguia fazer bêbada era cantar, porque eu não conseguia acertar as notas. Na minha primeira vez no placo eu estava tremendo. Eu estava tão apavorada que me escondi atrás do guitarrista! A primeira música que cantei foi “Falling to Pieces” (caindo aos pedaços) e nenhuma outra frase poderia descrever meu estado emocional naquele momento: eu estava literalmente caindo aos pedaços e, é claro, todos os meus amigos tinham vindo me ouvir, o que só piorava tudo.
Mas eu cantei. Não sei se bem ou mal, mas o importante é que cantei. É assim que você se move para além do medo: simplesmente enfrentando-o.
Cultivar a confiança em você mesmo não te dá garantia de nada. Você confia simplesmente confiando, atravessando seus medos e soltando a proteção e o controle. Você confia escolhendo cada vez abraçar a vida ao invés de resistir, e ao fazê-lo, percebe que o melhor sempre vem a nós, mesmo que a princípio não pareça.
Uma vez que adquira consciência, não há nada que você não possa fazer, pois você está internamente seguro de si. Isso é a coisa mais importante que você está se dando, porque você merece o amor, e merece brilhar.
Tente listar situações nas quais, ao invés de dar um passo adiante, você dá um passo para trás. Você se tornará mais honesto consigo mesmo sobre o que deseja atingir e onde está resistindo e pisando na sua grandeza. Cada vez que sentir que está se refreando, dê um passo à frente. Não se preocupe com as conscequências, só continue se movendo adiante, soltando o freio aos poucos, e logo as coisas irão fluir mais naturalmente.

Texto da Isha, traduzido por Luiza Caetano

Obrigada Lulu!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

COMEÇOU 2011: O QUE CRIAREI?

Temos diante de nós um papel em branco onde podemos expressar nossa criatividade, nossa paixão, nosso algo e não sabemos o que fazer com tudo isto. Talvez nos sentimos estancados em algum ponto.
Porque acontece frequentemente que quando você está unicamente olhando o exterior para que te guie, te dê, te indique, te aprove, em algum momento a falta de estímulo aparece.
Mas quando você se transforma na consciência, então não há necessidade de que a paixão, o estímulo ou o objetivo venham de fora: você se apaixona por tudo, você é a paixão.
Eu sempre acreditei que se fizesse algo que estivesse apaixonada, ia ser feliz, ia me sentir plena. Mas logo percebi que sempre fui muito total e apaixonada com os projetos que encarava, mas que em realidade não amava a mim mesma, não era livre. Não me amava porque estava cheia de medos subterrâneos, muito silenciosos.
Assim que tive que criar algo mais concreto, estabelecer cimentos sobre os quais me reconstruí nova e desta forma levar minha própria paixão, minha alegria e meu amor a todos os aspectos de minha vida.
Obviamente cada um de nós tem talentos diferentes e coisas que prefere fazer e se aprofundar, mas isto não quer dizer que o resto das coisas vão ser chatas e desprezadas e que não vai desfrutá-las. Por isto sua paixão teria que estar focada em realizar-se a si mesmo, para amar-se e assim poderia levar sua arte a qualquer coisa. Porque talvez você seja uma mãe, um cantor, um cabeleireiro, um construtor, um jardineiro, o que seja, mas isto que você faz, isto mesmo, é sua própria arte neste instante, porque o mais importante é o que você está sendo a cada momento, mais além do que esteja fazendo. Por isto necessita encontrar a paixão dentro de você, em você mesmo, em seu ser e assim o quer que faça irradiará.
Tudo que eu te digo é o oposto do que te disseram, mas funcionou para mim e compartilho com você como encontrei isto, porque finalmente, foi o que me transformou.
Se fazendo sempre o mesmo, obtemos sempre o mesmo resultado, mas nos frustamos porque queremos as coisas diferentes, não te parece que já é o momento de fazer algo diferente para conseguir um resultado diferente?
Então aproveitemos estes primeiros momentos do ano para desenhar e caminhar o novo em nossas vidas. E me contem, sim?
Isha

Texto enviado por M. Valéria Guimarães - Obrigada Valéria!