"Você é o que escolhe ser. Escolha o amor." Isha

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Por que se escolhe ser infeliz?

Na realidade somos viciados em sofrer, é tão simples como isso. A maior parte dos seres humanos é infeliz. Surpreende-me que se estou com pessoas que não estão focadas na expansão da consciência, um dos entretenimentos favoritos é queixar-se e culpar o lado de fora pelo que lhes sucede. Estas podem ser pessoas bem sucedidas, bonitas, famosas, mas sempre há algo mal que não lhes está permitindo ser felizes. Não importa na realidade o que quer que você tenha, mas o que você está sendo.

As pessoas se queixam, isso é constante, e não importa aonde se vá, sempre há algo mal com o governo, algo mal com o meio ambiente, algo mal com o clima, algo mal com a economia. Quando estive na Suíça, não podia acreditar, ali se queixavam da economia! Fiquei boquiaberta! E na Austrália também, e eu lhes dice: vocês não têm ideia, nem sequer sabem o que significa ser pobre! Incrível! Mas é uma percepção focada no que não tenho, naquilo que necessito, no que não se quer fazer, em como se comporta minha mãe, no que ela disse, no que meu namorado não fez, ou no filho problema, sempre há algo que falta.

Esta atitude é constante e isso é a dualidade e meu foco se transforma nessa dualidade e não nas coisas lindas que acontecem. Não esse não é meu foco, não me foco no amor, no louvor, na gratidão, nãooooo... Me foco no que está mal! E isso está garantido, é a dualidade! Na dualidade sempre tem que haver algo mal até que você se transforme em tanto amor que o único que possa ver é a perfeição. E aí a mente diz: isso é irreal! Mas não, é a verdade! Porque o amor percebe apenas a unidade dentro da dualidade, escolhe a vibração mais elevada, empurra à mudança, não é passivo nem indiferente, se ocupa das coisas muito profundamente, mas não sofre por aquilo que percebe como injusto, senão o eleva, e esse é o poder do amor. Esse é o poder do amor e quando você se transforme nele, sempre estará feliz!

Isha

Tradução: Fabiana Simões

Texto original: http://www.revistafamilia.ec/index.php/articulos-de-la-vida-hoy/2919-i-por-que-uno-elige-ser-infeliz--

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Quem bate à minha porta?

Já compartilhei antes sobre os hábitos dos meus pensamentos: minha cabeça adora tecer planos onde eu seria feliz se já estivesse casado, tivesse milhares de dólares ou fosse filho do Onassis.

Hoje, ou melhor, de ontem pra hoje, me caiu uma ficha: quando minha cabeça está assim disparada, tentando solucionar questões de ordem prática com qualquer resposta que se me cruze, é hora de parar e sentir. Debaixo das soluções apressadas da mente está uma ansiedade que só some quando desisto de controlar o exterior e abraço meus sentimentos o mais que posso.

Para ser mais específico, hoje, terça-feira, vou fazer outro personagem na nossa peça “Depois daquela viagem”. Temos um elenco grande e ensaiamos substituições, o que significa mudanças e me provoca ansiedade, um comichão pelo corpo tão natural e potente que me assustei e imediatamente meus pensamentos tomaram conta, buscando soluções.

O texto está decorado, as marcas já conheço e inclusive já ensaiei mas minha cabeça continuou preocupada até que eu “baixasse” para ver o que sinto e agora me encontro com esta sensação de montanha russa:

- Muito prazer, sou a Ansiedade! – ela me falou, entrando cheia de malas, com seu vestido suado. Ela é gordinha e fala pelos cotovelos.

- Muito prazer minha querida, sou o Geraldo! Sinta-se em casa, aqui dentro tem bastante espaço para todo mundo.

- Obrigado querido! Só vim te fazer uma visita: trouxe um pouquinho de frio na barriga e tremor nas pernas, só pra temperar um pouco seu dia.

E assim está sendo nossa conversa. Descobri que mesmo com essa visita tão espaçosa eu posso estar aqui, convivendo, sem precisar fugir de “casa” atrás de soluções rápidas.

É o que eu quero compartilhar hoje!

Um grande abraço, meu e de dona Ansiedade!

Geraldo

http://geraldorodrigues.wordpress.com/

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Obrigada Gera, por este lindo compartilhar!
Equipe do blog

domingo, 11 de dezembro de 2011

Focarmos na Alegria, uma escolha de vida

Já notou quão fácil que é nos focarmos naquilo que nos faz sentir cabisbaixo, denso, com aparência deprimida? E por que isso? Apenas porque nos afastamos do natural. O que é a depressão? O oposto da expressão. Então em que você se focará de acordo com o resultado que queira alcançar?

O que temos que fazer primeiro é começar a nos focarmos na alegria – na beleza, na inocência, na apreciação, no amor e na gratidão presentes em cada momento. Já não é hora de que tenhamos um pouco mais disso?

Como se expressa a alegria? Isto é o mais maravilhoso da alegria: não tem um formato fixo. Sua forma é uma vibração de vazio. A alegria é como uma cachoeira de montanha: suas bolhas efervescentes, surgindo eternamente de suas profundidades. Sua espontaneidade constante nutre e refresca, flui e preenche.

A alegria não busca o que está mal. Não critica o externo indo atrás de um culpado para suas sentenças e predicamentos. Se o fizesse, suas águas logo estancariam, descolorando-se y ficando sem vida. A alegria está aberta ao amor e a ser esse amor. Não tem uma ideia preconcebida de como deve ser o amor e a quem se deve dar.

Em lugar de esperar a plenitude externa – o prazer, a seguinte novidade para consumir ou o novo jogo – converta-se nessa alegria. Logo se mova ao mundo para compartilhá-la com a humanidade.

A alegria vive no momento presente, assim que deixe de vagar no passado e no futuro – que já tiveram bastante de seu tempo, verdade? É o momento de pôr atenção ao aqui e agora – ao presente, onde a vida realmente está acontecendo, um pouco da atenção que se merece.

Aos adultos, as crianças levam vantagem na área da felicidade – eles se aproximam de tudo como se fosse a primeira vez, completamente livres do que tenha acontecido anteriormente. Veem a magia e a maravilha em todas as partes. Imagine que alívio seria voltar a esse estado?

Quando eu era criança, apenas era. Eu não me observava, nem media as reações dos que me rodeavam, não estava tratando de manipular, nem de seduzir ou controlar de nenhuma maneira. Ser já era suficiente. Não tinha nem ideia do que significava ser ridículo ou ser sério: se era feliz, ria e se estava triste, chorava. Não questionava minhas ações. Apenas era. Eu era o estado de ser, sendo. Carregando a bagagem acumulada durante a idade adulta, com as opiniões, temores e percepções distorcidas, perdemos a espontaneidade.

À medida que avança em sua vida diária você pode continuamente limpar o quadro de sua mente e ver as coisas como as veria uma criança – sem expectativas nem recriminações. Trate de ver a cada pessoa como nova. Quando um mendigo vem lhe pedir uma moeda, dê-lhe um sorriso em lugar de sua rejeição habitual – talvez fosse isso a única coisa que ele realmente quisesse.

Quando sua sogra tediosa lhe telefona, não responda antecipando suas queixas e reprimendas. Quanto seu chefe lhe chama à sua sala, não espere de forma automática que seja para castigar-lhe – talvez queira lhe dar um aumento de salário! Sempre estamos alertas, esperando que algo saia mal. Ao invés disso, adote a inocência vazia e espontânea de uma criança: abra-se a receber com alegria.

Uma das coisas mais tristes da sociedade moderna é que levamos as coisas muito a sério. Nos sentimos impulsionados a cumprir com o que “deveríamos” ser, com o que acreditamos que o mundo espera de nós. Pensamos: “Não seja ridículo”,”não fale sem que te perguntem”, “não seja imaturo”,”não diga o que realmente tem na mente”-“o que pensarão?”. O autocontrole e a autocrítica se converteram em nossa forma de vida e esgotam nossa capacidade de jogar e de livre expressão.

Temos que aprender novamente a fluir desde o coração: permitir vermo-nos ridículos, dançar livremente, parar e recordarmos que a vida se trata de risada e alegria descontraída. Experimente. Talvez você goste.

Texto extraído do livro “Vivir para Volar”, de Isha, Editora Aguilar Fontanar. (Ainda sem tradução para o Português e à venda em algumas livrarias da América Latina).


Tradução: Fabiana Simões

Texto original: http://www.losandes.com.ar/notas/2011/10/31/enfocarnos-alegria-eleccion-vida.-603027.asp

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Por que Caminhar Se Você Pode Voar" Livro e DVD

"Por que Caminhar Se Você Pode Voar?" da ISHA - É uma ótima opção de presente, para se dar ou dar aos amigos.

O Filme (em DVD ) que agora está sendo lançado com o título "Por Que Caminhar Se Podemos Voar?" (não sei porque mudou de nome - deve ser coisa de editora) está sendo vendido por R$17,91 no site abaixo que está com FRETE GRÁTIS!http://www.videolar.com/ch/bus/0/0/MaisVendidos/Decresciscente/20/1/por-que-caminhar.aspx?pch=9

O Livro, está sendo vendido nos sites abaixo com custo de cerca de R$25,00:
http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1853900242&estado=0&cidade=0&ordem=prec

Você pode combinar o DVD com o livro e fazer um "kit consciência" para dar de presente.

Aproveitamos para desejar um Feliz Natal e um Novo Ano de muita consciência e amor,
equipe do Blog

domingo, 4 de dezembro de 2011

Fizeram a gente acreditar...

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula para ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

(John Lennon)


Achei esse texto arrumando uma papelada minha e achei liiindo demais!
Lá dizia que a autoria era do John Lennon.

Com amor,
Fabiana

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Passagens em promoção para Montevidéu

Oi pessoal, vai aí a promoção da Pluna. Tentei datas em fevereiro mas o menor preço era 290 dolares. Em março encontrei tarifas a 75 ida e volta. Para quem tem disponibilidade vale muito a pena.
BeijosLane

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ter a razão, um hábito que nos separa em cada momento




Nossos hábitos são automáticos, atuamos sem saber por que da maneira que fazemos, está aprendido e gravado que somos assim como robôs. Nos defendemos com nossas reações quase constantemente, se observamos nossos vínculos e relações podemos detectar essas reações como as que tratamos de agredir antes que o façam, ou respondemos agressivamente por nos sentirmos feridos ou para evitá-lo.

Em todos esses momentos geralmente estamos querendo provar que temos a razão ou que o outro aprove nosso ponto de vista para estar de acordo, senão, sentimos que estão contra nós. Quando nos apegamos a nosso ponto de vista, este pode chegar a ser mais importante que qualquer outra coisa.

Como consequência sentimos uma urgente necessidade de ter a razão, algo que frequentemente exige demonstrar que o outro está equivocado e como conseqüência gera conflito. Sempre que sentimos esta necessidade de provar algo, perdemos de vista a alegria deste momento. É fácil saber quando uma ideia ou opinião está baseada em medo: vem acompanhada da necessidade de defendê-la, para proteger a ideia daqueles que não estejam de acordo. Essa é a raiz do fanatismo. O amor, ao contrário, não precisa de defesa. Trata-se de uma abertura fresca e doce que abraça as opiniões dos outros. Ao deixar de lado sua necessidade de ter a razão, você aprende a fluir com o mundo.

Para fazer isso, você não tem que decidir que se equivocou. Simplesmente tem que se abrir à possibilidade de que seu ponto de vista não seja a verdade absoluta, que no grande esquema das coisas, nem sequer importe, que na realidade esta sua opinião tão apreciada é apenas outro pensamento, é apenas outra construção da mente. Simplesmente ao ceder a essa flexibilidade lhe leva a um lugar de maior receptividade. “Eu não sei” é uma das expressões mais poderosas no caminho do crescimento interior.

Quando você perceber que não sabe algo, se abra a receber.

Observe-se. Aonde que suas opiniões se tornaram mais importantes que a paz, que a harmonia? Pergunte-se, estou brigando por minhas ideias ou estou aberto a ver uma nova perspectiva, a evoluir mais além de minha compreensão atual? Não estou sugerindo que abandonemos nossos ideais, mas não percamos de vista o que é verdadeiramente importante: sempre nos relacionarmos desde um lugar de amor.

E quando você veja que faz coisas que não tem sentido, tente não analisar superficial e intelectualmente e submerge-se um pouco mais profundo em si mesmo para sentir, experimente. Por exemplo, quando esteja vendo um filme, por acaso você se pergunta como chegou a imagem pela tela de sua televisão, de que satélite está saindo, como os milhões de pixels individuais se combinaram para criar todas as cores diferentes? Não – isso faria com que o filme fosse realmente chato!

Então por que não podemos olhar a vida da mesma maneira, inocentemente abraçando a maravilha e o mistério, o próximo capítulo inesperado ao virar a esquina? Por que estamos sempre analisando e esmiuçando tudo? A análise nos deixa atolados na densidade e complexidade enquanto o amor-consciência é o contrário: é simples, leve e alegre. Abre-nos à mudança, enquanto que a análise cria uma maior rigidez e inércia. Tente testemunhar sua vida ao invés de ficar obcecado com os porquês. E se não tivesse porquê? E se apenas fosse o que é e o único que necessitasse fazer fosse simplesmente ser?

Se você coloca empenho demasiado em entender, apenas terminará mais confuso! Ao invés disso, tente ser mais leve, mais inocente. Começará a entender as coisas desde um espaço mais profundo, além das dúvidas e das incertezas que inevitavelmente acompanham o raciocínio do intelecto. As paredes que a mente criou nos mantém em limitação.

Nos acostumamos tanto a elas que nos fazem sentir seguros, mas estes muros também nos mantém aprisionados na insatisfação. Nossa curiosidade natural está sempre nos puxando insistentemente desde o subconsciente, animando-nos a ir além do que nos é familiar e a buscar algo mais.

Cedemos a esse impulso, a esse desejo inato por explorar e descobrir e nos lancemos à aventura dentro de uma nova experiência de ser, além de tudo o que conhecemos até agora. Existe um saber que está além da mente. Diferente da compreensão intelectual que sempre vê os dados de uma discussão, esta voz nunca duvida.

Confie em você totalmente e fale com absoluta clareza. Quando aparece, chega sem aviso prévio e de repente você se encontrará falando sem sequer entender por quê. No entanto, você escutará a verdade em suas palavras. Você sentirá. Escuta. Está aí, descansando em seu interior. Você a escutará.

Isha


Texto original: http://www.losandes.com.ar/notas/2011/11/7/tener-razon-habito-separa-cada-momento-604899.asp

Tradução: Fabiana Simões

domingo, 27 de novembro de 2011

Isha nos fala sobre o amor a si mesmo



Sempre me perguntei: se eu não me amo, como posso amar? Aprendi, como todos, que temos que amar ao próximo como a nós mesmos e apesar de meus esforços, nunca conseguia. E descobri que, na base de todos os meus vícios, sofrimentos e dramas, estava isso: eu não sabia me amar.

E esta falta de amor a si mesmo é a base dos vícios. Está no fundo de todos os hábitos autodestrutivos, das depressões e as demais formas de demonstrarmos que há algo conosco que está mal.

Aprendemos muitas coisas na vida: aprendemos a realizar tarefas, a representar papéis, a cumprir as expectativas que a sociedade tem sobre nós, aprendemos uma profissão para competir no mundo, aprendemos as regras do jogo. Mas estas regras vão mudando e nós tratamos de segui-las, mesmo que fiquemos exaustos na tentativa. O que a maioria de nós nunca aprendeu é a amar-se, a apreciar-se, a ser incondicional consigo mesmo em qualquer situação.

Sempre esperamos que o amor e a incondicionalidade viessem de fora: da família, do parceiro, dos amigos, etc. Mas, e nós? Muitas vezes somos nosso pior inimigo.

É muito importante que aprendamos a nos amar primeiro. Logo poderemos amar aos demais de forma incondicional. Muitas vezes nos perdemos em amar aos outros: amamos e damos tanto que nos abandonamos.

Então, temos que encontrar um equilíbrio entre o que se faz e o que se sente. Sei que a muitos foi ensinado que amar a si próprio é ser egoísta, mas isso não é mais que uma idéia, uma crença que nos afasta de nosso centro interno, que nos impede de dizermos “sim”, e nos leva a sentir que valemos tão pouco que temos mendigado um pouquinho de carinho, o que nos leva a nos anestesiarmos com tanta substância para não sentir.

Imagine que talvez seja a inseguridade que você sente fora de si a que lhe leva a consumir drogas ou álcool para se sentir mais seguro ou não sentir medo, mesmo sendo no momento em que socializa. Ou comer em excesso para não se sentir fora de lugar. Ou se você não tem um vício de consumo, talvez caia na depressão que lhe impede de mover-se, para citar algumas variantes. Há tantas coisas diferentes que podem ocorrer!

Temos que encontrar esse amor internamente e logo estaremos sempre conectados com uma fonte inesgotável de amor incondicional para dar e compartilhar sem limites, sem esperar receber.

Talvez você se pergunte: Como aprendo a me amar? Que faço?
E vou lhe responder o que não fazer:
- Quando observe que sua atenção vai toda para o seu exterior e que começa a se acelerar, ansiosa, assustada, pára. Vá para dentro de você e sinta o seu coração. Se já pratica minhas facetas, use uma, esteja muito presente, e quando se sinta serena de novo, siga com o que estava fazendo.
- Quando veja que sua cabeça começa a passar os filmes do que você disse, ou fez, ou não fez, ou faria, ou teria... PÁRA... e faça o mesmo dito acima.

A questão é não se perder de si mesmo no que esteja fazendo ou no que sua cabeça está dizendo: sua verdade é muito mais profunda e está dentro de você. Comece a exercitar esse músculo da atenção interna e assim começará a sentir isso.

ISHA

http://estilodevida.elpais.com.uy/isha-nos-habla-sobre-el-amor-a-uno-mismo


Tradução: Fabiana Simões

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Celebre a vida!



Querid@s,

Em nosso dia-a-dia nos esquecemos
de celebrar
o simples,
o que já somos,
o que já conquistamos,
e quem já está conosco.
Que está música nos convide a celebrarmos a vida
em seus múltiplos aspectos
pelo simples fato de estarmos viv@s!

Boa semana!

Com amor,
Fabiana

 
http://www.youtube.com/watch?v=8XSw1Q6jBoI&ob=av3e


Celebra la vida
(Axel)

No sé si soñaba,
No sé si dormía,
y la voz de un ángel
dijo que te diga:
celebra la vida.

Piensa libremente,
ayuda a la gente,
y por lo que quieras
lucha y sé paciente.

Lleva poca carga
a nada te aferres
porque en éste mundo,
nada es para siempre.

Búscate una estrella
que sea tu guía,
no hieras a nadie
reparte alegría.

Celebra la vida, celebra la vida,
que nada se guarda
que todo te brinda.
Celebra la vida, celebra la vida,
segundo a segundo y todos los días.

Y si alguien te engaña
al decir Te Quiero,
pon más leña al fuego
y empieza de nuevo.

No dejes que caigan
tus sueños al suelo
que mientras más amas
más cerca está el cielo.

Grita contra el odio
contra la mentira,
que la guerra es muerte,
y la paz es vida.
Celebra la vida, celebra la vida,
que nada se guarda
que todo te brinda.
Celebra la vida, celebra la vida,
segundo a segundo.

No sé si soñaba,
No sé si dormía,
y la voz de un ángel
dijo que te diga:
celebra la vida, celebra la vida
y deja en la tierra tu mejor semilla
celebra la vida, celebra la vida
que es mucho más bella cuando tú me miras.
Celebra la vida, celebra la vida

 
Tradução: http://letras.terra.com.br/axel-fernando/1278172/traducao.html
 
 
Celebre a vida

(Axel)


não sei se sonhava
não se se dormia
e a voz de um anjo
disse que lhe diga;

celebre a vida

pensa livremente,
ajuda às pessoas
e pelo que queira
lute e seja paciente
leve pouca carga
a nada se apegue
porque nesse mundo
nada é para sempre


busque uma estrela
que seja seu guia
não fira ninguém
reparta a alegria


celebre a vida, celebre a vida
que nada se evita
que tudo se brinda
celebre a vida, celebre a vida
segundo a segundo e todos os dias


e se alguém te engana
ao dizer te amo
põe mais lenha no fogo
e começe de novo
deixe que caiam
seus sonhos ao chão
que enquanto mais ama
mais próximo está o céu


grite contra o ódio
contra a mentira
que a guerra é morte
e a paz é vida

celebre a vida, celebre a vida
que nada se evita
que tudo se brinda


celebre a vida, celebre a vida
segundo a segundo

não sei se sonhava
não sei se dormia
e a voz de um anjo
disse que lhe diga;

celebre a vida, celebre a vida
e deixa na terra sua melhor semente
celebre a vida, celebre a vida
que é muito mais bela quando você me olha
celebre a vida, celebre a vida

Foto: sergionunespersonal.blogspot.com

sábado, 19 de novembro de 2011

A energia ruim pode me afetar?



Nada externo pode lhe afetar, nada a menos que isso mesmo esteja dentro de você. Você tem que olhar para estes lugares onde se sente como vítima, e claro, há pessoas que repetidamente vão criar situações de destruição porque esses são seus padrões inconscientes de reação. Estas situações são criadas pelas experiências traumáticas que ocasionaram nelas a separação de sua experiência de amor original, e estes padrões ou sulcos sempre querem sabotar ou encontrar uma reação ou um problema, sempre levam você a viver o mesmo.

Mas você agora apenas necessita focar naquilo que quer, no que está permitindo e se você não gosta de algo, ou você se entrega a essa situação abraçando-a ou mude; mas ninguém pode te contagiar com energia ruim nem fazer você de vítima do que não queira. Na realidade pode ocorrer que essa pessoa não lhe inspire com seu comportamento e então você pode escolher estar mais próximo de pessoas que sim lhe inspirem, pessoas que estejam falando da consciência, falando do amor, descobrindo o ilimitado que há em você; mas a menos que essa negatividade, esse medo, o outro lado da ilusão esteja dentro de você, não pode lhe afetar, não pode transformar em negativo, não pode fazer que você não se ame e se acontece é porque você necessita curar isso. É uma grande oportunidade de deixar de ser vítima do que acontece no seu exterior e no seu entorno. Tome responsabilidade de si mesmo, você não pode culpar sempre o exterior. “Eu tomo responsabilidade, eu mudo”, “se eu não gosto de algo externo, eu mudo”. Use todo o externo para crescer. Tudo. Assim você pode ser mais, mais amor, mais transparência, mais grandeza. Aproveite toda essa crítica ao exterior para transformá-la dentro. “Ah, nada do que faço é suficientemente bom!”. Esse é um lugar de vítima porque você quer receber aprovação e é na única coisa em que está focado. Não está focado em ser excelente você mesmo, assim como você é, sendo o melhor que possa ser em cada momento. E você pode! Lembre-se, você pode estar usando o exterior para justificar um lugar estancado e limitado dentro de você, para assim sofrer. Ou você pode usar a mesma quantidade de energia indo na direção oposta, utilizando o lado de fora para se amar dentro, para ser mais por dentro e assim elevamos a consciência da humanidade toda, pois nós estamos nos elevando na mais alta vibração de amor. Conseqüência de você ser mais como ser humano é que influencia todos ao seu redor. Transforma a “má vibração” na melhor vibração de amor! O que você acha deste convite para esta semana?

ISHA

http://archivo.abc.com.py/blogs/post/1793/la-mala-onda-me-puede-afectar

Texto traduzido por Fabiana Simões

Foto: leticiabertinfotografia.blogspot

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Use os defeitos do ex para amar-se mais



Você me diz que vê o seu ex com muitos defeitos e me pergunta se estão em você. Sim, algo disso, se lhe incomoda, se lhe levou a que seja seu ex, está em você.

Você tem que ir para dentro e encontrar isso que sente que está mau, essa superioridade que lhe leva a julgar-lo como mau, e começar a se apossar disso e soltar os julgamentos. Isso não quer dizer que você quer ficar com essa pessoa, não quer dizer que você tem que estar com essa pessoa, mas é necessário curar o julgamento. Isso é curar a você mesma. Se você está me perguntando, me indica que está pronta para um passo a mais de responsabilidade. Claro que você pode ver aspectos no outro, pode fazer observações, mas se há julgamentos, se há uma carga e isso transforma a essa pessoa em menos, então isso está dentro de você. Onde quer que haja uma carga no seu sentir, pode estar certa que isso está em você. Já não é uma observação, senão uma proteção. Então, move tudo o que sente com isso até que reste apenas amor. Senão você criará seu ex em todas as partes!

Todos buscamos o amor incondicional, mas em realidade temos medo dele, preferimos apontar para fora aquelas coisas que não gostamos e nos fazem sentir mal. Escolhemos relações cheias de manipulações e frustrações porque temos a ideia de que podemos ser abandonados.
Dizemos: “Oh, melhor não amar intensamente porque me lembro de uma vez que me feriram”, e recordamos todas as frustrações de nossa infância. Para mim era meu medo do abandono, que vinha da crença de que minha mãe natural tinha me abandonado. Eu sempre estava fugindo do amor porque pensava que não o merecia. E esses sulcos de separação que criamos para poder ter nossa experiência humana nos fazem buscar o amor fora e isso é sempre frustrante. Pensamos que não merecemos amor, que não podemos confiar nele. Pensamos que temos que nos proteger dele porque nos faz vulneráveis. Sempre estamos nos protegendo. Mas o amor real – o amor incondicional – está dentro e se encontra no ser, em simplesmente estar com nós mesmos. E para nós é uma das coisas mais difíceis de fazer porque nosso intelecto nos diz que nosso amor e nossa satisfação estão fora.

O amor verdadeiro simplesmente dá, e dá sem expectativas. Carece de ressentimento. Não tem um preço, não tem controle. Mas tem que vir do ser. Você tem que brindar esse amor a você mesma antes de poder brindá-lo a outros. Não importa o agradável que seja como pessoa, é impossível que ame alguém incondicionalmente enquanto não ama a você mesma incondicionalmente.

Eu costumava ser uma “boa pessoa espiritual”, e costumava abandonar-me em tudo tratando de amar a todo mundo. Mas a mim mesma, eu não amava. Assim é que quando comecei a curar-me e vi o que estive fazendo, chorei. Realmente fiquei impactada do tanto que havia me machucado. Tinha sido a boa com todo mundo e o tanto que feri a mim mesma. E todos temos a tendência de fazer isso, especialmente as mulheres. Mas os homens também o fazem. E o único que necessitamos é ver isso, e sermos amorosos conosco.

O amor condicional nunca pode estar à altura do amor que habita permanentemente em seu coração. Assim que volta ao seu coração, instale-se nesse amor, e deixe que esse amor verdadeiro se mova para fora, sem medo.

Isha compartilha estes discursos no centro La I Uruguai e La I México.

Texto traduzido por Fabiana Simões

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VOCÊ EVITA SUAS EMOÇÕES?

As emoções são uma parte natural da vida humana. Se estamos procurando alcançar uma relação saudável com nós mesmos, é essencial que aprendamos a abraçá-las. A maioria de nós desde tenra idade aprendeu que certas emoções são “más” ou inadequadas: talvez nos dissessem para não chorar ou que nunca ficássemos com raiva.
No entanto, ao negar estes sentimentos, não os eliminamos. Quando se ignora uma emoção, ela se estagna dentro de nós, desenvolvendo e contribuindo para um acúmulo de emoções reprimidas.
Com o tempo, essas emoções se distorcem: a ira se converte em ódio ou em ressentimento, eventualmente explodindo em ataques de raiva e violência; a tristeza se converte em depressão. Precisamos apenas olhar para uma criança para ver quão naturais são as emoções. As crianças se enfadam e se entristecem espontânea e facilmente e, ao mesmo tempo, tem uma habilidade inata para encontrar alegria e diversão em tudo. O mundo para elas é um lugar mágico, onde os adultos apenas encontram tédio, elas são capazes de descobrir maravilhas.
É assim precisamente porque elas não negam nenhum aspecto de sua gama de emoções. Abraçam todos seus matizes, sem julgamentos, como partes naturais da experiência humana. Como resultado, quando a ira chega é intensa, mas de curta duração: cinco minutos mais tarde se esqueceram completamente que estavam com raiva, absorvidos na emoção de um novo momento, o próximo descobrimento.
Às vezes, quando estamos no caminho espiritual, aplicamos o condicionamento infantil de “deveria” e “não deveria” em nosso processo de crescimento: tratamos de enquadrar a nós mesmos em uma imagem de “bom” menino ou “boa” menina – uma imagem que não está muito distante das expectativas depositadas em nós por nossos pais e a sociedade. A busca do amor incondicional rege a forma como nos comportamos: tentamos imitar as ações de amor e compaixão, sem nos convertermos nestas experiências. Isto em longo prazo conduz a um maior ressentimento e frustração porque como você pode abraçar ao outro em sua perfeição se ainda você se vê como imperfeito? Como você pode ser compassivo se não se conhece a si mesmo? Ao tentar nos liberarmos das fronteiras de nossas limitações passadas, saltamos dentro de uma nova caixa, às vezes inclusive mais rígida que a anterior.
Para experimentar nossa divindade, primeiro devemos abraçar nossa humanidade. Para amar incondicionalmente, primeiro devemos descobrir nossa própria perfeição. Abraça tua ira, abraça tua tristeza: não é através da negação que você se libera disso, senão através da aceitação. Ao se permitir sentir a carga acumulada de emoções, você libera espaço no seu interior. Espaço para ser, espaço para amar, espaço para descobrir quem você é realmente.
Isha

Texto traduzido e enviado por Fabiana Lopes Simões.
Obrigada Fabi!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Geraldo Rodrigues Compartilhando

Queridos,Essa semana quero compartilhar alguns hábitos que eu tenho e que exponho para tirar força dos antigos e dar força aos novos!

Observando os meus hábitos
Diversas vezes me pego pensando que se eu tivesse mais dinheiro e pudesse fazer tudo que eu quisesse eu seria mais feliz. Nessa lógica o dinheiro compraria casa, carro, viagens e eu ganharia status e seria admirado pelas pessoas. Teria uma vida de sonho, comparável à do "filho do Onassis".
Essa idéia de que o dinheiro ou qualquer bem externo pode me trazer felicidade insiste em voltar, mesmo que minha experiência tenha me mostrado que ser feliz é grátis.
Também é comum eu fazer planos para a felicidade no futuro: quando encontrar uma namorada que eu ame, quando alcançar reconhecimento pelo meu trabalho, quando mudar de carreira e tocar guitarra numa banda de reggae. É um tipo de pensamento bem parecido e quando me surpreendo aí uso isso como um sinal para parar e aproveitar o que quer que esteja acontecendo agora: o malabarista no sinal, um novo passo de dança, as nuvens brancas em contraste com o céu azul.
Me lembro do poema do Vinícius de Moraes, "Operário em construção". Na história do Operário, o Patrão oferece a cidade inteira ao Operário e este responde que não pode ganhar o que é seu. É um poema lindo e me lembra de que é tudo meu: minha cidade, minha rua, meu mundo. Pode não estar no "meu nome" no cartório, mas é minha responsabilidade.
Assim como é minha responsabilidade a minha felicidade: não se trata de ter tudo que eu quero porquê o hábito da minha cabeça é querer justamente o que eu não tenho. Se trata de apreciar o que eu tenho.
Observo então esse outro hábito de não estar satisfeito com o que eu faço. É um hábito automático de procurar os deslizes de uma apresentação para melhorar na seguinte, como se eu precisasse mudar para melhorar. Quando comecei a notar esse hábito, comecei a fazer diferente: em vez de mudar os "erros", passei a abraçá-los como parte deste momento. Inclusive porquê muitos desses "erros" não são erros, são apenas algo diferente do que eu tinha previsto, cores novas numa parte que eu não conhecia da pintura.
Nesses tempos de mudanças tão rápidas, abraçar continua um dos meus verbos preferidos.
Então, um grande abraço e bom finde!
Geraldo Rodrigues
www.geraldorodrigues.com.br

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

ABRINDO NOSSAS CAIXINHAS

"Imagine por um momento que você é um peixe. Você vive em um pequeno aquário cheio de água, nadando em círculos todo o dia. Os limites do aquário são os limites da sua realidade. Para você, não existe nada além da água do aquário.
Um dia, seu jovem dono, te joga no vaso sanitário. Você é arrastado ao esgoto e despejado no oceano.
Você então se vê em um mundo novo e fascinante, tão distante dos confins de seu aquário, você nunca sequer imaginou algo tão grande e majestoso.De repente, sua percepção de si mesmo e da realidade muda completamente.
Nosso intelecto forma os limites do nosso aquário. Nossa percepção da realidade está tão distorcida, que só percebemos uma pequena fração da vida.
É simples abrir nossas caixas. A medida que a consciência se expande, todas as fronteiras caem.
A consciência ignora as paredes da limitação. Acende luzes em tudo o que mantém a ignorância.
Quando você se vir preso a algo, só se desprenda, solte e todo vai seguir se expandindo.
Ao caírem as paredes das caixinhas o espaço se amplia, até que se converte no todo, ilimitado."
Isha - A Revolução da Consciência II

Vejam esse vídeo abaixo, recebi de um amigo por e-mail e fiquei profundamente tocada.
Aos poucos vou tomando consciência que tudo é uma escolha e o que me limita, é o medo. É a minha mente que me impede de ir além dos limites imaginários que traçei "para estar em segurança". Limites esses que me protegem, mas que também me aprisionam.
Quando conscientemente decidimos dar um salto sobre essa fronteira da mente é que aprendemos a abrir as asas e voar.
- Até os lobos aprendem a voar!

Beijos, Sonia Duarte

video

ISHA FALA DA SOLIDÃO E DO VAZIO

Existem muitas pessoas que sentem um vazio interno que não se enche com nada e atribuem isto a falta de apoio emocional externo, que ninguém se preocupa com eles, a falta de cuidado dos outros, a falta de um companheiro, um amigo ou alguém da família. Enfim, por diferentes motivos o que nos falta recebe toda a culpa.Existem os que estão longe de sua terra movidos por necessidades econômicas e que não conseguem se enraizar ou sentir que pertencem, pois seu coração ficou lá, ficou com os outros, a família, o conhecido.Qualquer que seja a causa, o sentimento de solidão aperta o coração, fecha a garganta, nos faz ir para dentro e vivermos em pânico e angústia, nos sentimos vítimas do desamor. Mas muitas vezes temos este sentimento mesmo estando rodeados de pessoas, pois nossas velhas dores, nossas proteções para não sofrer e tantas coisas mais, nos fazem impermeáveis a compartilhar afeto.Por isto não podemos receber, não podemos detectar o que vem até nós, o que nos querem dar, pois este sentir fecha as portas. Outras vezes estamos tão aferrados ao passado, a nos castigar pelo que não fizemos ou pelo que saiu mal e temos tantos ressentimentos que criam uma couraça de aço que não nos permite aproximar, nem sentir mais que isto: o velho sentimento de rancor por algo que aconteceu. Por isto fechamos as portas para a vida e para as novas vivências compartilhadas. Geralmente percebemos que os únicos que o ressentimento realmente machuca é a nós mesmos.Temos uma tendência automática que as vezes se transforma em vício que é o sofrer. Meu convite é para que descubra algo que está esperando para ser despertado em você, está dentro, em seu coração, pelo simples fato de ser humano. E este caminho te leva a viver em amor-consciência. Quando expandimos o amor incondicional em nós mesmos, nos desfazendo dos medos e da bagagem que nos angustia e separa, a solidão é um sentimento que não existe.
A pessoa começa a abrir-se a receber, pois está dizendo um sim a si mesmo e a vida, estando presente em cada momento com o que é, em lugar de estar ausente, angustiado por aquilo que foi e encapsulado pelo medo a que volte a repetir. A consciência jamais está sozinha. Você pode ver uma criança e ela brinca sozinha, imaginando coisas, sentindo-se completamente dentro de si mesma em cada momento. NÃO pensa: seria mais feliz se tivesse mais amigos. Eles não pensam assim, somente criam sua própria diversão.
Tudo aquilo que você necessita está dentro, a consciência jamais está sozinha, porque está se amando. Desfruta de si mesma e vive completa dentro de si.
O que aconteceria se cada vez que te falta algo, que você volta seu olhar, seu sentir, sua percepção para fora para buscar algo, seguido de não encontrar, de sentir-se pesado, sem vontade, triste, sem forças, como se tivesse uma grande bagagem que pesa cada dia mais, que aconteceria se focasse em apreciar as pequenas coisas que te rodeiam, apreciar, mesmo não tendo sentido, a florzinha pequena que você quase pisou e que em sua pequenez goza de uma perfeição de linhas, de formas, até de aroma que é de se maravilhar? E se apreciar a criança brincando, o cachorro com seu osso, a mãe que carrega seu bebê, um casal de braços dados como se não houvesse mais ninguém no mundo, a nuvem que está por tapar o sol, um ruído de trânsito tão ruidoso que poderia ser uma sinfonia desafinada e desta forma você olhar tudo com apreciação? Notará que algo em seu peito ao invés de apertar, começa a se abrir e talvez em algum momento se veja com um sorriso que se esboça para fora. O apreciar é como dizer sim a tudo e talvez, só talvez, até comece a emanar esse sim e atrair a atenção de outros que vibram nesta sintonia, mas sem expectativas, sem fazer para conseguir, mas para viver o momento com outro sentir, com outra cor. Aprecie seu hoje e escute, se escute profundamente dentro e verás como a solidão e o vazio terão ficado para traz.

Autora: ISHA
Texto traduzido e enviado por Valéria Guimarães
Lindo texto Valéria, obrigada!
Aproveito para convidar os estudantes de Belo Horizonte para:

Exibição de um Darshan da Isha
Dia: próxima terça-feira, 01/11
Horário: inicio às 20hs (duração de cerca de 1h), em seguida a exibição do darshan faremos a nossa reunião de apoio ( só para estudantes) terminando por volta das 22hs. Para finalizar, que tal irmos juntos comer uma pizza? Afinal quarta-feira é feriado!
Local: Clube Nacional, Rua Josafá Belo 100, Cidade Jardim

sábado, 22 de outubro de 2011

Compartilhando - Geraldo Rodrigues

Queridos,
semana passada assisti a uma peça de teatro que ainda está aqui na minha cabeça e é o que quero compartilhar com vocês essa semana:

Viver sem tempos mortos

Simone de Beauvoir foi uma mulher adiantada em sua época. Ainda jovem sentiu que a vida podia ser vamos que os costumes de sua sociedade lhe ofereciam e pôs-se a caminho de uma vida notável: professora, filósofa, feminista e libertária, usou sua profissão para transmitir as idéias em que acreditava e buscou as próprias experiências no campo do romance, das relações sexuais e da própria maneira de levar a vida, tendo como mote interior sua própria liberdade.
Eu aposto que se ainda estivesse vive, ela continuaria a buscar as próprias respostas e continuaria a se transformar e experimentar, aberta para o novo.
Conheci Simone de B. pela peça da Fernanda Montenegro, em cartaz no teatro Raul Cortez, no prédio da Fecomércio. A atriz encarna a filósofa e conta para o público suas aventuras e descobertas tão radicais e corajosas numa época de estruturas sociais rígidas. A mim me surpreendeu que, sentada por sessenta minutos, Fernanda nos transportasse, o público inteiro, para dentro da vida inspiradora de Simone. A grandeza dos ideais das duas artistas se confundia e Fernanda e Simone estavam ali compartilhando suas experiências.
Ainda impactado pela peça, acordei e decidi escrever o que me tocou. Compartilho que me inspira a liberdade que Simone vivia. Diante de tanta informação que me chega pelas notícias de jornais, tanta que é impossível saber de tudo, me lembro do título da peça: viver sem tempos mortos é aprender com cada escolha e me lembrar de novo que não existe o certo e o errado, o caminho das escolhas é uma oportunidade para aprender.
Quando novamente me surpreender ruminando e ruminando o sim e o não, vou me lembrar da Simone e da Fernanda e de suas vidas sem tempos mortos.
É o que eu quero compartilhar essa semana.
Abração e bom final de semana.
Geraldo Rodrigues

Obrigada Gera!

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

O QUE EU NÃO GOSTO NO OUTRO, UMA FERRAMENTA PARA EVOLUIR.

Muitas vezes as pessoas compartilham comigo comentários ou queixas do que não gostam em seus ex, atuais companheiros, mães, pais, filhos, sogra, ou o presidente. Percebem muitos defeitos. As vezes me perguntam se isto que estão vendo no outro também está neles e a resposta é sim, porque se te incomoda é porque está em você. Então, cada aspecto que você não gosta no OUTRO e que te produz rejeição, intolerância, negação, você pode utilizar e se abrir para ver isto mesmo em você.
Como sempre digo, aponte este dedo que julga o externo para você e se você ainda não vê, mantenha a intenção de que em algum momento vai vê-lo, sentí-lo e fazer "click"! Na realidade se não nos apropriamos, nem fazemos cargo do que sentimos e se sempre estamos colocando e projetando fora, não vamos amadurecer, não vamos sair do lugar de vítimas.
Você tem que ir para dentro em seu sentir e encontrar aí isto que percebe que está mal fora, essa superioridade em que você se coloca é que te leva a julgar como mal e projetar a rejeição ou o NÃO permanentemente. Comece a se apropriar disto, desprendendo-se dos seus julgamentos. Não quer dizer que você vai ficar com esta pessoa, não quer dizer que tenha que conviver com esta pessoa, mas é necessário curar o julgamento, porque aquilo que você rejeita está em você, é um reflexo magnífico neste espelho na sua frente, está em seu interior, mas está sendo ignorado. Fazer isto é curar a si mesmo.
Se você está me perguntando isto, se está lendo ou escutando isto, indica que está pronto para um passo a mais no crescimento em responsabilidade. Claro que você pode ver aspectos no outro, pode fazer observações, mas sem julgamentos, porque se existir alguma carga e se isto transformar a outra pessoa em menos, então isto está dentro de você. Aonde quer que tenha uma carga no seu sentimento pode estar segura que isto está em você, já não é mais uma observação, mas uma projeção. Então, mova tudo o que você sente com isto e somente vai ficar o amor. Senão você vai criar o seu ex ou sua mãe ou quem quer que seja em todos os lugares!
Todos buscamos o amor incondicional, mas na realidade temos medo e preferimos apontar no externo aquelas coisas que não gostamos e que nos fazem sentir mal. Escolhemos relações cheias de manipulações e frustrações, porque temos a idéia de que podemos ser abandonados.
Falamos para nós mesmos: “Oh, não vou amar muito porque me lembro de uma vez em que me feriram”. E recordamos todas as frustrações de nossa infância. Para mim era meu medo do abandono que vinha, porque eu acreditava que minha mãe natural havia me abandonado. Eu sempre estava escapando do amor, pensava que não merecia.
E estes sulcos de separação que criamos para poder ter uma experiência humana nos fazem buscar o amor fora e isto sempre é frustrante. E pensamos que não merecemos amor. Pensamos que não podemos confiar nele. Pensamos que temos que nos proteger dele, porque nos faz sentir vulneráveis. Sempre estamos nos protegendo.
Mas o amor real – o amor incondicional – está dentro, se encontra no ser, em simplesmente estar com nós mesmos. E esta é uma das coisas mais difíceis de fazermos para nós mesmos, porque nosso intelecto nos diz que nosso amor e nossa satisfação está fora.
O amor verdadeiro simplesmente dá e faz isto sem expectativa, carece de ressentimento. Não tem um preço, não controla. Mas tem que vir do ser. Você tem que brindar este amor a si mesmo antes de poder brindar aos outros. Não importa o quanto seja agradável como pessoa, é impossível que você ame alguém incondicionalmente enquanto não amar a si mesmo incondicionalmente.
Eu era uma “pessoa boa e espiritual” e me abandonava em tudo tentando amar o resto do mundo, mas a mim mesma eu não amava. Então comecei a curar e vi o que havia feito comigo mesma e chorei. Realmente fiquei chocada com o tanto que eu havia me machucado, como havia sido boa com todos e o muito que havia ferido a mim mesma.
E todos temos a tendência de fazer isto, especialmente as mulheres, apesar dos homens fazerem também. E o único que necessitamos é poder ver isto e sermos amorosos.
O amor incondicional nunca poderá estar a altura do amor que habita permanentemente no seu coração. Volte a seu coração, se instale neste amor e deixe que este amor verdadeiro se mova para fora sem medo, em seu fluir natural: DAR.

Autora: Isha
Texto enviado e traduzido por Valéria Guimarães
Obrigada Valéria!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011



O ano de 2012 prediz um salto enorme de consciência. Com tantas mudanças maravilhosas, incluindo a liberação do quarto portal e seu próximo livro "Viver para Voar", Isha decidiu dedicar um tempo prolongado a um grupo que estará realizando um programa completo de 6 meses.
Este começará 7 de Janeiro, incluindo todos os megaintensivos, finalizando 6 de Julho, com o habitual apoio de Enid, mais a presença de Annie e Arthur. Este será o único programa de 6 meses que acontecerá no ano de 2012.

Além de todos os darshans que dá durante os megaintensivos, Isha dedicará uma semana de cada mês exclusivamente aos participantes deste programa, unificando com eles, fazendo meetings, ensinando-os a testemunhar e dando mini darshans.
Será um evento pequeno, íntimo, com o objetivo de dedicar atenção e apoio personalizado a todos os participantes.
As vagas são limitadas, para maiores informações, por favor entre em contato:
(+598) 4373 6994 (+1) 305 390 2709 - uruguay@isha.com
O mundo está mudando: este é o resultado da mudança interna de tantos corações ansiando algo mais grandioso.
Venha e compartilhe com um grupo de almas do mesmo sentir, reunidas no desejo de união com o divino. Dê um salto: o tempo de adiar sua felicidade veio e foi embora. Sua vida está acontecendo justamente agora. Este é o momento, o único momento em que você pode escolher como quer viver.

Abaixo poderá ler um parágrafo do novo livro de Isha, " Viver para Voar", da Editora Santillana. A partir de Outubro, poderá adquirir em toda a América Latina. Mais detalhes a seguir.

A EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA
No princípio buscamos respostas. Moramos no ilusório. Fazemos o que a sociedade diz que devemos fazer ou pelo contrário nos rebelamos e fazemos o oposto. Criamos famílias e construímos empresas, entretanto, não importa o que conseguimos no externo, ainda sentimos que nos falta algo. Para alguns, esta inconformidade se apresenta como um grito ensurdecedor, para outros, como um mal estar subjacente, mas a sensação é a mesma: deve haver algo mais. O coração está sedento de algo mais.
A princípio tentamos mudar o externo. Alguns se transformam fisicamente, outros buscam mudanças políticas, na sociedade ou na família. Quando algo nos faz sentir incômodos - seja um mendigo na rua, o vizinho chato ou um ex-amante - fazemos vista grossa ou o eliminamos de nossa vida. Se temos uma discussão ou não gostamos de algo, o que fazemos? Nos separamos daquilo que nos incomoda. Continuamos nos separando uma e outra vez até que em algum momento percebemos que estamos repetindo os mesmos padrões. A razão é que todo o externo é um aspecto de nós mesmos. Finalmente percebemos que temos que provar algo diferente.
Imagine que você é um projetor brilhando de luz sobre uma parede branca. Agora imagine que um slide mostra uma ranhura, com uma imagem de conflito. Chateado, você dá as costas para evitar a imagem, entretanto a mesma imagem continua aparecendo em nova superfície. Você quebra a parede mas a imagem continua aparecendo na parede de trás. Foge mas leva a imagem com você e é refletida novamente aonde quer que você vá. Assim de inútil são nossas tentativas de mudar o mundo: nunca estamos satisfeitos até que vamos para dentro e mudamos o slide.
Como mencionei antes, aos vinte e oito anos perdi tudo. Quando aconteceu, pensei que era o pior da minha vida, mas na realidade foi o melhor. Foi o melhor presente que poderia ter recebido, já que me levou a encontrar a mim mesma. Tinha que encontrar algo mais seguro e este algo era o amor incondicional. Quando começamos a curar, encontramos este lugar. Este lugar tranquilo e doce onde sentimos alegria, é também a fonte de nossa sabedoria interna. Sabe a verdade e fala desde a onisciência. Quando começamos a conectar com este lugar, este espaço de unidade, descobrimos nossa verdadeira essência. Isto é o que anseia o coração.
Hoje em dia a vida se move em um ritmo cada vez maior. Da mesma forma que vai acelerando nossa capacidade de comunicar e consumir, o mesmo ocorre com a busca coletiva da humanidade. A avalanche de divertimento, publicidade e distração está chegando tão rápido e furiosamente que temos que soltar as expectativas de encontrar consolo aí. Temos que ir para dentro para encontrar o que realmente estamos buscando: a experiência de amor-consciência, a energia ilimitada que nos conecta com a totalidade. Temos que começar a nos converter em criadores e assumir a responsabilidade total de nossas vidas em lugar de culpar sempre o exterior. A forma de fazer isto é curar e voltar à nossa verdadeira natureza, que é o vazio, vibrando em amor. A abundância vibrando em amor.
A transformação futura não é importante, o importante é o que estamos escolhendo neste momento. Se pergunte: Estou escolhendo o amor? Estou escolhendo ser responsável? Estou escolhendo mudar a minha vida? Estou colocando o amor incondicional em primeiro lugar e confiando? Quando vejo a insegurança externa, estou cultivando a segurança interna? Estou evoluindo ou estou me isolando em mais medo?
Ao ir para dentro começará a encontrar as respostas, suas respostas. Não as minhas respostas - estas não são importantes. Isto não é um sistema de crenças, mas se trata de encontrar o guru dentro de você e assumir a responsabilidade. Sempre queremos que alguém nos conserte, mas não podem. Não somos como um carro que mandamos ao mecânico. Temos que ir profundo e isto é o maravilhoso da exploração de si mesmo: é a coisa mais excitante - a única terra que está por descobrir. Quando começar a descobrir a si mesmo ficará assombrado com o incrível que você é, o corajoso que foi e as escolhas que fez.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

EVENTO ISHA EM MINAS GERAIS

"Trem bão sô" esse grupão MARAVILHOSO!


A mestra iluminada Sada (Enid) e nossa super tradutora Fabiana no Seminário



Unificando juntos



"Iluminando" o salão



Oh Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais...



"Bunitim né". Voa canarinho voa...


Nosso evento Isha em Cachoeira do Campo foi uma delícia!


Uma delícia para o corpo (meu estomago em especial ficou muito feliz),
para a alma (Valeu Dona Isha por ter criado esse Sistema tãããããooo gostoso de praticar),
para os olhos (cada cantinho do Retiro das Rosas é um carinho nos olhos),
para o coração (obrigada gente maravilhosa por compartilhar toda esse emoção),
até o ego ficou feliz em saber que o La I pode ser aqui!

Para os estudantes de Belo Horizonte: toda terça-feira 20hs, Clube Nacional, Rua Josafá Belo 100, Cidade Jardim - Nosso encontro está marcado, venha participar!

E tem mais gente que gostou do nosso evento:

O fato de termos um seminário no Brasil me deu a oportunidade de convidar entes queridos, os quais sempre me ouviram falar do Sistema Isha, mas nunca tiveram a oportunidade de conhecer mais profundamente.
Poder sentir um pedacinho do "La I" aqui em BH me deu muita alegria. A qualidade das minhas unificações quando feitas no salão, com um grupo de cerca de 60 pessoas, deu um salto enorme. Consequentemente, voltei para casa no domingo com outra energia, muito mais sutil, mais leve, mais amorosa, mais em paz. O engraçado é que isso refletiu imediatamente nos acontecimentos e em minhas ações. Uma visão muito mais ampla e honesta das coisas e outra qualidade de sentimentos e comportamentos.
Já fiz minha reserva para janeiro e estarei no La I, com certeza.
Um forte abraço e todo meu carinho,
Eliana

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estudantesishabrasil.blogspot.com

Para falar conosco mande e-mail para:
estudantes.isha.brasil@gmail.com

Postado por Sonia Duarte

sábado, 24 de setembro de 2011

VERDADE UNIVERSAL

Pessoal Isha Brasil,
Todas as vagas para o intensivo/seminário Isha já foram preenchidas.
Vamos ter 62 pessoas focadas no louvor, na gratidão, no amor e na unidade, nos dias 8 e 9 de outubro, em Cachoeira do Campo, MG, BRASIL!!!!!!
É o Brasil na Revolução da Consciência.
Somos nós criando um novo Brasil, um novo mundo, uma nova consciência. Abrindo as
asas para voaaaaaaaar.
IUUUUHUUUUU!!!!!!

VERDADE UNIVERSAL (UNIVERSAL TRUTH)
Música composta e cantada por Isha em seu CD “Guru Cool”

Essa é a verdade de quem nós somos:
O Infinito
O Divino
Deus

E o que nós decidimos fazer
Foi ter uma experiência de limitação
Nós decidimos experimentar
Aquilo que não somos

A vida é um jogo
Não tem nada a ver com a grandeza de
Quem nós somos
Não temos idéia da grandeza de quem somos
Nós criamos tudo em cada momento
E não há nada mais que isso

Nós somos o criador
E a criação

Somos todos Um
E sempre temos sido Um
A única coisa que existe
É o amor

Talvez você acredite que o paraíso está em algum outro lugar
Mas e se estivesse aqui, agora, na Terra
E se vivesse no seu coração

E se estivesse escondido na inocência
A única coisa que existe é esse momento

O mundo inteiro existe
Para que você jogue este jogo
Cada um está atuando seu papel para você
Estão rindo para ti
Escrevem poesia para ti
Estão cantando para ti
Estão morrendo de fome para você
Estão te amando
Estão chorando por ti
Estão lutando por ti
E eu estou escrevendo essa história para você

Cada um
Em cada lugar
Existe somente para você
Somos todos Um
Somos todos Deus
E a única coisa que existe
É o amor

É hora de despertar

Essa é a Revolução da Consciência

Estão rindo para você
Estão chorando para você
Estão morrendo para você
E têm nascido para você

É hora de despertar

Esta é a Revolução da Consciência

Música traduzido por Carlos Marques
Obrigada Carlos!




A CULPA

Pergunta de um estudante à Isha:
"Frequentemente me culpo pela carência e pelo sofrimento dos outros. Como posso me libertar desse sentimento de culpa?"

Resposta da Isha:
A culpa não é real.
Não há nada errado.
Você nunca fez nada errado.
A culpa é um truque que aprendemos para não amarmos a nós mesmos. Quando nos julgamos, estamos nos separando do amor. E isso não ajuda em nada.
Julgar-se é a maior perda de tempo, entretanto, é um dos nossos hábitos mais frequentes.
Você nunca fez nada errado. Ninguém nunca criou nada errado. Tudo o que criamos contibui para esta maravilhosamente intrincada e imprevisível ilusão de dualidade.
Algumas vezes gostamos das nossas criações; algumas vezes não.
Elas não são boas ou más, corretas ou incorretas.
Elas são sempre experiências perfeitas.
Todos nós criamos tudo perfeito, para experimentar a dualidade.
A culpa é uma forma de evitar nosso verdadeiro poder, porque nos tira do momento presente e nos leva ao passado.
"Quem dera eu não tivesse feito isso!"
A culpa é só uma idéia, um padrão de comportamento autoimposto que pensamos que devemos seguir para sermos boas pessoas.
Outras vezes tratamos de provocar a culpa, para poder manipular aos outros.
"Você é terrível comigo. Como você pode me tratar assim?"
Mas isso não é real. Deus nunca faz nada mau.
Quando despertei, em um instante me dei conta de que nunca havia feito nada de mau. Foi um impacto muito grande para mim, já que eu sempre havia sido a rainha da culpa; eu sempre estava reprovando minhas ações e me julgando. Agora posso ver que usava a culpa para evitar me ancorar em minha verdadeira grandeza.
As pessoas pensam que o ego é uma falsa impressão de grandeza, um sinal de orgulho que anda se exibindo por todos os lados. Na realidade, o ego é uma pequena voz na sua cabeça que sempre te mantém pequeno, sussurando incessantemente:
"Tem alguma coisa errada,
você não deveria se comportar assim,
você não é suficientemente bom,
não merece nada."
Esse é o ego. Pode usar um disfarce de arrogancia para proteger-se, mas o ego não é altivo, é justamente o oposto. O ego é o aspecto que te desvaloriza, que acredita que você não é importante, especial, único nem perfeito exatamente como você é.
O ego te mantém pequeno. Está cheio de medo. É o que nos impede de nos amarmos incondicionalmente.
Nós olhamos aos outros de um lugar de pena porque não podemos perceber nossa própria grandeza. A única maneira que podemos mudar isso é conhecendo a nós mesmos. Quando podemos ver nossa própria perfeição podemos ajudar aos outros a encontrarem a perfeição dentro deles mesmos, em vez de apoiá-los no papel de vítimas. Não existem vítimas. Mas para poder ver isso, você tem de curar a vítima que existe dentro de você.

Extraído do livro A Revolução da Consciência II, Isha
Traduzido e enviado por Sonia Duarte

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Informações seminário e intensivo Isha em Cachoeira do Campo

Faltam 2 semanas para nosso evento Isha em Cachoeira do Campo!
Seguem algumas informações sobre o evento:

Transporte:
Vamos ter uma Van para o transporte Belo Horizonte- Retiro das Rosas
A Van vai sair no sábado por volta das 7hs e volta domingo por volta das 18hs.
A saída e o retorno da Van vai ser na Savassi, ponto em frente a entrada do shopping Patio Savassi, na Av. do Contorno.
O valor vai depender do número de pessoas, acredito que fique cerca de R$30,00 ida e volta.
Os interessados favor mandar o nome, telefone de contato e número da cartéira de identidade.
Enviar para estudantes.isha.brasil@gmail.com

O que levar:

1-Quem puder levar um colchonete eu aconselho, porque os colchonetes do Retiro são bem fininhos.
2- Levar uma manta quentinha, travesseiro e uma roupa confortável para unificação. Lá é bem mais frio que aqui em BH.
2- Tênis para fazer exercício físico
3- Uma garrafinha de água.
4- Um caderno para anotações.

RESTAM APENAS 6 VAGAS, QUEM AINDA NÃO FEZ A INSCRIÇÃO SE APRESSE!

"Aquilo em que nós colocarmos o foco irá crescer. Quando começamos a apreciar em vez de criticar, quando começamos a perceber a beleza e a maravilha das coisas a nossa volta, em vez de nos fixarmos, como de costume, no que está faltando, começamos a encontrar amor em tudo." Isha

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Notícias Seminário e Intensivo Isha em Belo Horizonte

Falta menos de um mês para nosso evento Isha no Retiro das Rosas!
Quem ainda não fez inscrição se apresse porquê restam poucas vagas.
Para se inscrever escreva para brasil@isha.com ou ligue:
Brasília (61) 4042 0968
São Paulo(11) 3042-9330 (11) 3010-0184
Belo Horizonte(31) 4042-2193

TRANSPORTE:
Os interessados em transporte de Belo Horizonte para o Hotel, estamos contactando uma empresa de Vans. Peço enviarem seus nomes para nos organizarmos.
Interessados escrevam para estudantes.isha.brasil@gmail.com

ABANDONADO A SI MESMO

Pergunta de um estudante para Isha:
Como posso saber quando estou me abandonando?

Resposta da Isha:
É fácil ver quando você está se abandonando.
Quando você faz alguma coisa que você realmente não quer fazer. Quando você faz as coisas não de um lugar de prazer e alegria, mas sim para receber aprovação. Nesse momento você está se abandonando.
Quando você mente, você está se abandonando.
Quando você esconde o que você realmente está sentindo, você está se abandonando.
Nós sempre sabemos quando estamos nós abandonando, mas a medida que nossa consciência cresce, nos damos mais conta disso. Começamos a nos amar mais, até que se torne insuportável não ser vulnerável, não nos mostrar exatamente como somos. Logo começamos a fazer escolhas diferentes.
Nós sabemos quando nos abandonamos.
A questão é: Você quer vê-lo ou não?

Extraído do livro A Revolução da Consciência II - Isha
Texto traduzido e enviado por Sonia Duarte



DATAS DOS PRÓXIMOS MEGA-INTENSIVOS EM LA I URUGUAI:

2011
Dezembro: 10 a 17
2012
Janeiro: 8 a 15 e 15 a 22
Fevereiro: 5 a 12 e 12 a 19

Para mais informações e reservas escrevam para brasil@isha.com

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

REAPRENDENDO O NATURAL: O SILÊNCIO E A UNIDADE

Resulta até irônico que aquilo que é mais natural, como entrar no silêncio, esse espaço em que desfrutamos sendo, quando pequenos, nos resulte na idade adulta, até temeroso. Nós temos nos afastado de nós mesmos, de nosso interior, para nos perdermos no externo. Mas ao percebermos isto, podemos mudar e recordar.
O que realmente somos, nossa essência, o amor-consciência, é o mais natural do mundo. Quando crianças, experimentamos o tempo todo: uma paz e uma alegria que nos acompanha a qualquer lugar. Mas como adultos perdemos de vista esta experiência. Assim, nossos constantes anseios e a subjacente insatisfação do intelecto são causados pelo desejo de retornar ao amor-consciência.
Quando expandimos nossa consciência, podemos estar com nós mesmos, focados mais facilmente no silêncio de nossa verdadeira natureza, trazendo isto ao primeiro plano de nossa atenção. Na presença do silêncio, tudo aquilo que em nossas vidas provêm do medo começa a transformar-se, a dissolver dentro da paz que nos envolve. Somos o que escolhemos. A medida que o amor cresce fortalecido, os medos desaparecem na presença de uma energia: o amor-consciência, a frequência vibratória mais alta.
A forma que a humanidade pode alcançar seu máximo potencial, a única forma que podemos experimentar a paz mundial, amor incondicional e compaixão verdadeira, é através da experiência de unidade. A unidade percebe a perfeição em toda a criação, em cada aspecto da dualidade. Não há preconceitos, não há doutrinas, não há “ismos”: somente Deus, experimentando-se a si mesmo em cada momento na forma humana.
Quando se pode perceber isto através de uma forma humana, se pode permitir a todos os demais realizar sua grandeza. Não há ninguém a quem salvar, não há nada a proteger, somente há que ser, para encontrar a perfeição do amor em todas as suas criações.
E exemplificando o ser um com o universo, compartilho uma história:
Um jovem corre até seu avô. “Avô, Avô, diga-me qual é o segredo da vida!”
Na boca enrugada do velho se desenha um sorriso enquanto ele responde: “ Meu menino, dentro de todos nós, é como se existissem dois lobos lutando. Um está focado em proteger seu território, na raiva, na crítica e no ressentimento. É medroso e controlador. O outro está focado no amor, na alegria e na paz. É travesso e aventureiro”. “Mas avô – exclama o menino, com seus olhos muito abertos e cheios de curiosidade, qual dos lobos vai ganhar?”
O ancião responde: “ O que você alimentar”.
Qual lobo você está escolhendo alimentar? Em muitas ocasiões escolhemos criticar, focar no que está mal, mas cada vez que escolhemos focar em apreciar estamos rompendo esse hábito e escolhendo algo totalmente novo.
Aquilo no que focamos cresce. Quando começamos a apreciar em lugar de criticar, a perceber a beleza e a maravilha das coisas ao nosso redor, em lugar de focarmos, por hábito, no que está faltando, começamos a encontrar amor em tudo. Logo deixa de existir dentro de nós o lobo do medo e da crítica e ele se funde ao lobo do amor. Com o tempo chegamos a entender a verdadeira compaixão e a ser um com o universo.

Texto da Isha, traduzido por M. Valéria Guimarães
Valeu Valéria!

RESERVE SUA VAGA:
SEMINÁRIO E INTENSIVO EM 8 e 9 de outubro

Local: Retiro das Rosas, na Rodovia dos Inconfidentes km75 (a mesma para Ouro Preto), em Cahoeira do Campo, próximo a Belo Horizonte.
O pacote inclui o seminário ou intensivo com a mestra Sada e o mestre Hernan (vindos do Uruguai para o evento), hospedagem (em apartamentos simples ou duplos) e alimentação ( almoço, lanche, jantar e chá de boa noite no dia 08 e café da manhã, almoço e lanche no dia 9 ) com quitutes de Minas produzidos na fazenda do Hotel (simplesmente divinos!)
Valor: R$350,00 o pacote
Os interessados devem escrever para
brasil@isha.com
ou ligar para:
Brasília (61) 4042 0968
São Paulo(11) 3042-9330 (11) 3010-0184
Belo Horizonte(31) 4042-2193